desabafe!

Você já leu dezenas de livros de autoajuda e sua vida não mudou nem um tiquinho? Recebe frases de incentivos do seu blog preferido de autoajuda e continua almoçando no quilão mais barato? Conte aqui a sua história para que ela possa ajudar outras pessoas a sair desta ilusão.

Ou com você aconteceu o contrário e você acha que este blog é apenas fruto de um recalcado amargurado? Tanto melhor! Deixe aqui o seu depoimento para que ele também possa inspirar pessoas com a sua trajetória. Quem sabe eu não revejo um pouco os meus conceitos?

Qualquer que seja o seu caso, em meu nome e de meus leitores, agradeço antecipadamente a sua participação!

10 comentários em “

desabafe!

  1. Tenho um amigo que lê todas essas baboseiras. A do monge, a do queijo etc. Vive repetindo frases de efeito mas não consegue escrever uma frase sem um erro de Português. É um exemplo claro do que você diz aqui.
    Parabéns pelo blog! São verdades que muita gente precisa ler.
    Um abraço, Pedro.

  2. Demais este blog, hein? Pena que ele não existia na época em que eu comprava estes livros. Eu teria economizado um bocado de dinheiro, kkkkkkk!
    Quero mais textos!

  3. Rodolfo, adorei seu blog e vou continuar seguindo!
    Finalmente alguém está escrevendo o óbvio: que motivação é essencial, mas que não se chega a lugar algum sem trabalho sério!
    Se precisar de uma colaboradora, pode contar comigo!
    Parabéns, Larissa

  4. Sensacional – é o mínimo que posso dizer desse blog. Estava mais do que na hora de alguém jogar e esfregar a verdade na cara desse povinho loser que acha que tudo na vida vem de mão beijada – basta correr até a livraria mais próxima e comprar aquele livro cheio de obviedades e frases de efeito.
    Meus parabéns pela iniciativa!

  5. Tem um livro muito famoso de autoajuda, denominado “O Segredo”, estava numa fase muito dificil da minha vida então comecei a le-lo.
    Segundo ele minha realidade é o que eu atraia para mim, o tal da força de atração!!
    Minha conclusão, se eu estou lendo esse negocio eu estava me afirmando que estava deprimido e que precisava de ajuda, e enquanto eu procurava ajuda não estava satisfeito comigo mesmo. Logo parei de ler e fiquei feliz!!! Foi impressionante, comecei a interessar por alguma coisa inteligente e fiquei supersatisfeito comigo mesmo!
    Aquele abra

  6. Esse seu blog bem que poderia chegar até a Foster, presidente da Petrobrás, que a julgar por suas declarações, deve adorar um bom livro de auto-ajuda.
    Ela disse que adora engarrafamentos, por que o se o negócio dela é combustível, então engarrafamento quer dizer que ela está faturando muito.
    E internamente, vive dizendo aos funcionários que eles não devem ficar no conforto porque não é produtivo.
    Depois ninguém sabe porque dá prejuízo.

  7. Li alguns artigos do blog e comentários. Tenho minha opinião sobre o que chama de livro de autoajuda. Existem livros bons e ruins, complexos e básicos, gerais e específicos. Seria um livro de colorir e cobrir um livro ruim? Seria um livro que fale de verbo to be ruim? Um livro é escrito para um público alvo, e não para um leitor específico. Existem excelentes livros no mercado, embora concorde que muitos são superficiais.
    Em tese, todo livro é de autoajuda. Quem o lê busca ajuda em algum tipo de conhecimento.
    Acho que a generalização pejorativa que o blog traz um desserviço e explico porque.
    Na minha opinião, o blog trata o assunto sem profundidade, com argumentos insuficientes e sem base.
    Os pensamentos não são fundamentados, não há fontes, autores, pensadores. Nada.
    O que vi nos artigos que li aqui parece mais algum tipo de trauma por algo que aconteceu no passado.
    Deduzo isso pelo tom do discurso.
    Creio que uma discussão séria exige fundamentação e contraposição de ideias.
    Pelo próprio título do blog e de alguns artigos, bem como pela sessão desabafe ficou muito tudo estranho.
    Mais ainda por haver propaganda para receber dinheiro por cliques.
    Notadamente, o fato de não haver opiniões contrárias nos comentários e pelas datas, me leva a cogitar que nem este post será liberado.
    Chamar um empresário que quebra, após ter conquistada uma fortuna de milhões, de caloteiro ou querer colocá-lo como fracassado demonstra a inexperiência no mundo dos negócios, além de falta de ética e respeito.
    O lucro está no risco, não na estabilidade. Empreender é risco. O erro não denigre o empreendedor.
    Faz parte do processo de crescimento honroso.
    Existem realmente algumas pessoas que acreditam que todos os livros de autoajuda não as acrescentam em nada, pois eles não têm nada que elas não já saibam há tempos. Isto talvez seja decorrente da quantidade de conteúdos superficiais que existam disponíveis sobre o assunto.
    Outros argumentam uma onisciência sobre si de que não precisam se autoconhecer mais em nada, seja através de livros, programas de coaching ou terapias de qualquer espécie.
    Medo do Autoconhecimento = Medo de si mesmo
    Creio que, comumente, o preconceito por livros de autoajuda ou por de autoconhecimento se forma quando há um conteúdo mais simples, já conhecido e não adequado para a necessidade específica daquela pessoa. O que é normal, pois ele não foi feito exclusivamente para ela, e sim para um determinado público-alvo com um rol de necessidades comuns.
    Aquele conteúdo só lhe parecerá útil se houver algo de novo para ela (um aprendizado, um percepção, uma sensação, uma ideia) ou tenha pelo menos a função de revisão ou motivação. Se não há nada disto, ela simplesmente não é o público-alvo do livro. E nem por isso o livro é inútil, senão muitos livros infantis lhe pareceriam inúteis por conter coisas que ela já sabe. Apenas ela não pertence ao público-alvo do livro.
    Logicamente, não me refiro a conteúdos medianos, fracos, ruins ou mesmo errados. Falo do discernimento de reconhecer quando um conteúdo é bem feito e útil para um tipo de público, porém não adequado para aquele leitor específico. Seriam todas as postagem de apenas até 140 caracteres no Twitter sempre inúteis e superficiais por serem curtas? Claro que não. Generalizações são traiçoeiras, e podem facilmente criar crenças limitantes e dificuldade de acesso a oportunidades.
    Esta crença sobre livros de autoconhecimento é uma crença limitante, que barra ricas descobertas, insights e reflexões. O autoconhecimento é uma das estratégias que geram mais resultados na vida pessoal, financeira e profissional, simplesmente porque é capaz de transformar o homem em conhecedor de si mesmo, melhorando sua produtividade, seus relacionamentos e seus resultados, ecoando em múltiplas direções.
    Para mudar isto, basta aceitar examinar e escolher criteriosamente os livros sobre autoconhecimento, sem preconceitos, e saber diferenciar um conteúdo útil e adequado de outro útil porém inadequado para você.
    Sugiro que sejam honestos consigo mesmo e continuem buscando se encontrar, mesmo que doa, ou que o medo de outros o desanimem.
    Livros que tratam mais profundamente de assuntos na qual a pessoa precise melhorar o nível de Autoconhecimento são muito úteis para o desempenho na vida pessoal, financeira e profissional.
    Gastei meu tempo escrevendo este comentário por achar injusto com as pessoas que precisam do autoconhecimento para se encontrarem, pois somente assim respeitarão o outro, a coletividade, a natureza e se conectarão espiritualmente com o todo.
    Deixo ainda um link de um pesquisa séria e completa sobre o assunto aos leitores do blog.
    http://www.ateliedepesquisa.com.br/wp-content/uploads/2014/04/resultados_auto_ajuda.pdf
    Ao dono do blog, deixo o pedido que retire o blog do ar, pois do jeito que está faz mais mal que ajuda as pessoas.
    Desculpe, qualquer palavra mais dura, mas crescemos no contraditório e não com os que pensam iguais a nós.
    Abraço a todos.

  8. Marcelo, agradeço o seu comentário mas vou pular a sua sugestão de tirar o blog do ar. Sua opinião é válida e eu a respeito. Peço que você respeite a minha, em vez de querer censurá-la.
    Eu não proponho que parem de publicar livros de autoajuda. Quem quiser que leia o livro. Quem quiser que leia o meu blog. Se você não gosta, não volte.
    Um abraço, Rodolfo.

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