murphy e a autoajuda

Puxa, ele morreu. Que azar...
Puxa, ele morreu. Que azar…

“Se algo pode dar errado, dará”, diz a fatalista Lei de Murphy. A sentença, normalmente proferida depois de um revés, esconde duas outras lições que teimamos em não aprender:

“Se algo não pode dar errado, não dará”. Embora óbvia, a frase lembra que para alguma coisa dar errada é preciso que suas causas estejam a postos, na hora certa. Se não estiverem, tudo correrá bem.

E por qual destas causas – que resultaram no problema – você é diretamente responsável? Qual delas aconteceu por falha sua, ou mesmo negligência? Ora, melhor botar a culpa no Murphy, não é?

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autoajuda e superstição

Durante competições esportivas é comum vermos atletas, até os de ponta, entregarem-se a superstições, simpatias, mandingas e toda sorte de artifícios que possam trazer-lhes alguma vantagem. Ora é a chuteira abençoada, outra o amuleto escondido.

Até nas arquibancadas – ou principalmente nelas – as crenças se repetem com a camisa do time que nunca é lavada, a cueca abençoada ou o amigo pé-frio sempre enxotado.

O que todos convenientemente esquecem, atletas e torcedores, é que a chuteira da sorte também chuta pênalti para fora, o amuleto já perdeu jogo, a camisa fedida já amargou derrotas (assim como a cueca) e o pé-frio já comemorou vitórias.

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